Ceia de Natal está, em média, 10,9% mais cara neste ano, diz Procon-SP

Entre os produtos que ficaram mais caros estão o aspargo em conserva e o panetone de frutas.

Em Campinas, a farofa de soja foi o produto que teve a maior diferença de preços entre os supermercados pesquisados.

A Ceia de Natal deste ano será mais cara do que a do ano passado, de acordo com um levantamento do Procon-SP. Os preços dos produtos estão, em média, 10,90% na comparação entre os dois períodos.

A coleta foi realizada nos dias 3 e 4 de dezembro, em 10 supermercados distribuídos pelas regiões norte, sul, leste, oeste e centro do município de São Paulo. Foram comparados os preços de 173 dos seguintes itens de diferentes marcas: azeites, bombons, carnes congeladas, cereais (lentilhas), conservas, farofas prontas, frutas em calda e panetones e bolos de Natal.

A maior diferença de preço, 155,11%, foi encontrada na conserva aspargo branco inteiro (vidro de 200g), da marca Hemmer. Em um supermercado ela custava R$ 7,44 e em outro, R$ 18,98.

O panetone de frutas (80g) da marca Village foi o segundo produto com maior variação positiva, 104,70%. Em um estabelecimento ele custava R$ 2,98 e no outro, R$ 6,10.

Do total dos itens divulgados, um supermercado da zona norte foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço (70 itens).

Interior

Em levantamento efetuado pelos Núcleos Regionais da Fundação Procon-SP no interior a maior diferença de preços encontrada foi de 173,74%, em Campinas, na farofa de soja (250g) da marca Yoki, cujo preço era de R$ 1,79 em um estabelecimento e em outro, R$ 4,90.

Dicas de compras

Para reduzir o risco de levar produtos desnecessários, os especialistas do Procon-SP recomendam fazer uma lista dos itens que farão parte da Ceia de Natal antes de ir às compras,

É interessante pesquisar os preços nos encartes dos supermercados e anúncios publicitários; deve-se ficar atento para que a oferta seja inteiramente compatível com a sua apresentação real no ponto de venda, sobretudo o preço.

Quando passar os produtos pelo caixa, observe os valores registrados. Havendo diferença entre o preço cobrado e o que estava informado na gôndola, prevalece o menor.

Fonte: Portal R7/ http://noticias.r7.com/economia/17122015

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